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Sempre fui amante de histórias de terror. Mas têm que ser mesmo de terror! Daquelas que nos põem os pelos do pescoço em pé e em que o simples virar das folhas nos causa arrepios.

Para aqueles que ainda não se "converteram", transcrevi uma pequena passagem de uma história de um dos meus autores preferidos, se bem que ainda bastante desconhecido no mundo da literatura de terror.

 

 

(...) A chuva caía torrencialmente e o vento soprava forte, fazendo esvoaçar os cabelos louros de Elsa. O céu negro era constantemente rasgado por  relâmpagos luminosos que rebentavam estrondosamente.

Elsa encontrava-se na berma de uma estrada secundária mal iluminada e pedia boleia à horas. Mas em vão; nenhuma viva alma passava naquela estrada deserta.

Subitamante, um relampago colossal desvendou um carro que se tinha aproximado e parado perto dela.

Radiante, entrou de imediato, fechando a porta. Foi então que reparou, horrorizada, que não havia ninguém no banco do condutor.

O carro reiniciou lentamente a marcha. A jovem olhava petrificada para a estrada, quando vê uma curva a aproximar-se. O carro continuava a avançar perigosamante e Elsa sentiu o sangue gelar-lhe nas veias.

Mas, no preciso instante em que se encontrava a escassos metros da curva, uma mão fantasmagórica, branca como a cera, surge da janela do carro e move o volante.

Paralizada de terror, Elsa continua a observar as constantes aparições da mão fantasma antes de cada curva do caminho.

Até que, num derradeiro e herculeo esforço, salta do carro e, desesperada, corre até à cidade mais próxima.

Exausta, encharcada e em estado de choque, entra num pequeno bar onde, depois de pedir uma bebida forte, relata a sua horripilante história, perante os olhares atónitos de todos os que lá se encontravam.

Subitamente, com um estrondo, as portas do bar escancaram-se de par em par e dois homens encharcados entram. Ao verem Elsa, exclamam um para o outro:

"Olha lá! Aquela não é a loira que entrou no nosso carro quando o estávamos a empurrar?"

                                                          

                                                                                       

 

He! He! He! He!

Aterrorizante, não acham?

 

Texto original de Não-Sei-Quem

(Brilhantemente) Adaptado por Inner demon

 

 

 

 

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