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... Deus ajuda; pelo menos é o que se diz por aí!

E eu mudei, ou melhor, o meu blog mudou. A mudança, garanto-vos, pôs-me a cabeça em água ( foi mais complicada do que inicialmente pensara) e mesmo assim é provável haver ainda alguns promenores que me escaparam.

Mas a questão que se impõe é: Será que mudei para melhor? E é por isso que agora, mais do que nunca, a vossa opinião importa. Porque os leitores são a parte mais importante do blog (ainda mais importante do que a autora, que o cria). E peço-vos que, especialmente agora, não deixem de votar no questionário que se encontra na barra direita e que é tão fácil e rápido de responder!... e façam-no com sinceridade! Não se importem de ser crueis e, se realmente acharem, votem que está horivel. Votem! Os mais à vontade podem sempre fazer um comentário a dizer o que acham da mudança, o que melhorou ou o que piorou, o que gostam mais e menos...

E só por curiosidade, aqui vão duas imagens: a de cima mostra o blog velhinho e a de baixo mosta-o com o seu novo look!

 

 

       

 

 

                                                         

      

 

 

E mais novidades aproximam-se! Quinta-feira é... digamos... a ante-estreia!

 

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Decidi partilhar convosco uma das minhas últimas inspirações. É a segunda versão de "A saga do Astronauta" e muito melhor do que a primeira !!!

 

                               

                                     (clique na imagem para a ver maior)

 

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Sempre fui amante de histórias de terror. Mas têm que ser mesmo de terror! Daquelas que nos põem os pelos do pescoço em pé e em que o simples virar das folhas nos causa arrepios.

Para aqueles que ainda não se "converteram", transcrevi uma pequena passagem de uma história de um dos meus autores preferidos, se bem que ainda bastante desconhecido no mundo da literatura de terror.

 

 

(...) A chuva caía torrencialmente e o vento soprava forte, fazendo esvoaçar os cabelos louros de Elsa. O céu negro era constantemente rasgado por  relâmpagos luminosos que rebentavam estrondosamente.

Elsa encontrava-se na berma de uma estrada secundária mal iluminada e pedia boleia à horas. Mas em vão; nenhuma viva alma passava naquela estrada deserta.

Subitamante, um relampago colossal desvendou um carro que se tinha aproximado e parado perto dela.

Radiante, entrou de imediato, fechando a porta. Foi então que reparou, horrorizada, que não havia ninguém no banco do condutor.

O carro reiniciou lentamente a marcha. A jovem olhava petrificada para a estrada, quando vê uma curva a aproximar-se. O carro continuava a avançar perigosamante e Elsa sentiu o sangue gelar-lhe nas veias.

Mas, no preciso instante em que se encontrava a escassos metros da curva, uma mão fantasmagórica, branca como a cera, surge da janela do carro e move o volante.

Paralizada de terror, Elsa continua a observar as constantes aparições da mão fantasma antes de cada curva do caminho.

Até que, num derradeiro e herculeo esforço, salta do carro e, desesperada, corre até à cidade mais próxima.

Exausta, encharcada e em estado de choque, entra num pequeno bar onde, depois de pedir uma bebida forte, relata a sua horripilante história, perante os olhares atónitos de todos os que lá se encontravam.

Subitamente, com um estrondo, as portas do bar escancaram-se de par em par e dois homens encharcados entram. Ao verem Elsa, exclamam um para o outro:

"Olha lá! Aquela não é a loira que entrou no nosso carro quando o estávamos a empurrar?"

                                                          

                                                                                       

 

He! He! He! He!

Aterrorizante, não acham?

 

Texto original de Não-Sei-Quem

(Brilhantemente) Adaptado por Inner demon

 

 

 

 

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Carrossel (# 10)

16.08.07

Ainda me lembro.

Quando era pequena costumavamos ir, eu e os meus pais, todos os anos à festa na Arca d' Água. E das inumeras diversões, a minha preferida era o carrossel. O carrossel, não um carrossel. Era aquele; grande, com animais da selva (recordo-me especialmente da girafa), o chão ondulado que subia e descia quando entrava em andamento. Havia também as chávenas que giravam e acho que um carro ou outro.

Eu delirava. Por isso, os meus pais compravam as fichas todas de uma vez, para evitar o tempo de espera nas filas, e todas as noites lá ia eu andar uma ou duas vezes.

Foi hoje, ao passar pelo local, que esta cena me veio à memória.

Há já muitos anos que não vamos lá. Cresci... é a vida.

Mas foi hoje, também, que descobri uma coisa: quero andar outra vez no carrossel. E como este ano a festa já acabou, prometo que para o ano vou lá estar! Posso não delirar, posso não andar duas e tres vezes todas as noites, mas vou andar.

(se ele ainda lá estiver)

                                                                     

                             Pela criança que ainda vive em mim.

 

 

Carrossel (# 38) - 27.08.2008

Carrossel (# 47) - 13.08.2009

 

 

PS: André.

       Li o teu comentário. Já não o encontras no blog.

       Apesar de gostar de te retribuir com um comentário não tenho meios para tal,uma vez que apagáste o teu blog.

       Se eventualmente passares por aqui e leres este PS, comenta este post a dizeres que o leste.

      Cumprimentos, Inner demon 

 

 

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